Entrevista com André Kassu
Kassu, perguntinha pra abrir o programa: o que te levou a escolher Publicidade e Propaganda?
Eu fiz faculdade de Publicidade na PUC/RJ. Na época, era uma forma de cumprir um dever familiar. Eu queria mesmo era ser músico. Tinha uma banda de blues, fiquei 1 mês em Chicago e não pensava em trabalhar em agência.
Minha mãe me arrumou um estágio na Artplan e lá fui eu deixar ela feliz. Quanto mais eu gostava de publicidade, mais eu realizava que era muito difícil viver como gaitista blues. E os pesos se inverteram.
Hoje, sou um gaitista frustrado. Minha relação com propaganda não é utópica até por isso. Escolhi o meu trabalho sem querer escolher. Por sorte, deu tudo certo. 
Você começou na Artplan, passou para a F/Nazca, ambas do Rio, certo? Depois foi parar na Almap por vontade de trabalhar em São Paulo. Por que mudar para Sampa?
Eu fiquei mais de 5 anos na Artplan. Recebi algumas propostas de agências do Rio que não se concretizaram. Eu sentia que precisava mudar mesmo com todo o apoio do Chico Abreia e do Marcos Apóstolo. Queria me testar em outro ambiente, em outra cultura. Como as chances no Rio não apareciam, foquei em São Paulo.
Rodei a pasta duas vezes. Fui recebido por nomes como Ricardo Freire, Wilson Mateos, Marcelo Aragão. Coloquei as minhas peças para apanhar. Mudei todo o meu trabalho em função do que eu ouvi. Até que por um indicação do Victor Sant’anna, eu recebi uma proposta da F/Nazca para trabalhar no Rio. Criando exclusivamente para Telemar. Agarrei essa chance com tudo porque sabia que as minhas ideias seriam avaliadas pelo Fabio Fernandes. Um ano depois, estava em São Paulo. E lá se vão 13 anos.
Quais as diferenças que o profissional de criação sente entre RJ e SP?
Era tudo mais complicado no Rio. Os prazos eram incrivelmente menores, as verbas idem. Você acaba criando uma casca. Aprende a lidar com diversos percalços muito cedo.
Quando cheguei em São Paulo, achei tudo mais fácil. Se alguém dizia “temos apenas 5 dias para criar”, eu respondia “tudo isso?”. E vejo isso na maioria dos profissionais que vêm de outros lugares. Eles chegam com fome de fazer. Não são de uma geração criada com a melancia cortadinha e sem semente.
Em seus textos e entrevistas, nota-se que você acredita no valor de uma boa ideia, sem se preocupar muito com o que um focus group pode apontar, certo? Como você lida com a frustração quando uma ideia é barrada?
Se você não sabe lidar com a frustração, não pode trabalhar em propaganda. Os textos são uma forma de dividir as minhas agruras sobre a nossa profissão. Porque acho que os criativos não debatem mais. E aos poucos estão perdendo a importância perante os clientes. Não cabe mais ser visto como o criativo mimadinho focado em prêmio. Que não sabe ouvir não. Que não sabe se posicionar em uma reunião.
Eu lido bem quando uma ideia é barrada porque esgoto os meus argumentos para aprová-la. E aprendi a admitir quando o erro está na ideia mesmo.
Kassu, você criou o conceito “Pode ser” da Pepsi. O slogan saiu da boca do povo, caiu de novo nela e implicou no aumento das vendas de refrigerantes da marca. Qual sua justificativa para esse sucesso?
Quanto mais próximo da verdade, mais o consumidor se identifica. No caso de Pepsi, estava tudo pronto. Cartier Bresson dizia que não era um fotógrafo, que era um ladrão de momentos. Acho que um dos caminhos para a boa propaganda é exatamente este. É roubar essa verdade da rua. E devolver em uma boa execução.
Pensando em longo prazo, não seria negativo para a marca admitir que é a segunda entre as marcas com menor lembrança? Ela não corre o risco de se tornar incoerente caso decida competir novamente pelo primeiro lugar?
O brasileiro tem compaixão por quem está apanhando. Nós torcemos por equipes fracas na Copa do Mundo. Sentimos pena quando a goleada passou do ponto.
No caso de Pepsi, admitir com humor que era de fato uma segunda escolha, foi extremamente corajoso. E sendo bem realista, não enxergávamos a possibilidade de brigar pelo primeiro lugar. Nem agência, nem cliente. O que era fundamental era aumentar a consideração da marca. E isso a campanha fez com sobras. A coragem foi de pegar uma fraqueza e transformar em força. E trazer o consumidor para o nosso lado da briga.
Por que a CP+B, Kassu?
Eu toquei nesse tema em um texto. No “Você quer viver ou quer durar?”. Eu e o Marcão tivemos diversas propostas para sair do país. E começamos a pensar que uma mudança não seria de todo mal. Que um novo desafio poderia nos reinventar, mudar o nosso olhar. A CP+B surgiu quando não esperávamos. Somos grandes fãs da história e da filosofia da agência, mas o fundamental foi que nos encantamos pelo Chuck Porter. Ele é a resposta para a sua questão.
Você ainda pretende redigir para clientes?
No momento em que virei diretor de criação da Almap, me afastei da criação por dois motivos bem claros. O primeiro era a completa falta de tempo. Em uma agência que tem 1100 jobs a cada 4 meses, você não pode se dar ao luxo de parar para criar. Meu job era outro. Eu tinha que ser um gestor muito mais do que um criativo.
O segundo foi uma decisão minha e do Marcão. A parte mais fácil da direção de criação é enfiar o nome na ficha técnica da equipe. É confundir o que é ser diretor de criação com o que é ser um criativo. Se a equipe mostra uma ideia e eu mudo vários detalhes, mas não mudo a ideia em si, eu exerci a direção de criação. Se eu mudo a ideia, aí sim eu posso entrar na ficha como criação. Sempre fomos claros com isso. E nos afastamos para não competir com a equipe. Teoricamente, poderíamos ter escolhido os melhores jobs para criar. Escolhemos outro caminho.
Hoje, como a CP+B é uma startup, nada mais natural do que voltarmos a criar. E é isso que temos feito. Com real autonomia de ponta a ponta.
Qual comercial de TV você gostaria de ter feito?
Points of View do The Guardian.

Qual a sua dica para quem está montando uma pasta?
Vou fazer uma divulgação a mais do meu blog. Escrevi um texto “Uma despedida e algumas dicas.” Acho que essa pergunta está respondida lá. 
Entrevista: Guilherme Achiles

Entrevista com André Kassu

Kassu, perguntinha pra abrir o programa: o que te levou a escolher Publicidade e Propaganda?

Eu fiz faculdade de Publicidade na PUC/RJ. Na época, era uma forma de cumprir um dever familiar. Eu queria mesmo era ser músico. Tinha uma banda de blues, fiquei 1 mês em Chicago e não pensava em trabalhar em agência.

Minha mãe me arrumou um estágio na Artplan e lá fui eu deixar ela feliz. Quanto mais eu gostava de publicidade, mais eu realizava que era muito difícil viver como gaitista blues. E os pesos se inverteram.

Hoje, sou um gaitista frustrado. Minha relação com propaganda não é utópica até por isso. Escolhi o meu trabalho sem querer escolher. Por sorte, deu tudo certo. 

Você começou na Artplan, passou para a F/Nazca, ambas do Rio, certo? Depois foi parar na Almap por vontade de trabalhar em São Paulo. Por que mudar para Sampa?

Eu fiquei mais de 5 anos na Artplan. Recebi algumas propostas de agências do Rio que não se concretizaram. Eu sentia que precisava mudar mesmo com todo o apoio do Chico Abreia e do Marcos Apóstolo. Queria me testar em outro ambiente, em outra cultura. Como as chances no Rio não apareciam, foquei em São Paulo.

Rodei a pasta duas vezes. Fui recebido por nomes como Ricardo Freire, Wilson Mateos, Marcelo Aragão. Coloquei as minhas peças para apanhar. Mudei todo o meu trabalho em função do que eu ouvi. Até que por um indicação do Victor Sant’anna, eu recebi uma proposta da F/Nazca para trabalhar no Rio. Criando exclusivamente para Telemar. Agarrei essa chance com tudo porque sabia que as minhas ideias seriam avaliadas pelo Fabio Fernandes. Um ano depois, estava em São Paulo. E lá se vão 13 anos.

Quais as diferenças que o profissional de criação sente entre RJ e SP?

Era tudo mais complicado no Rio. Os prazos eram incrivelmente menores, as verbas idem. Você acaba criando uma casca. Aprende a lidar com diversos percalços muito cedo.

Quando cheguei em São Paulo, achei tudo mais fácil. Se alguém dizia “temos apenas 5 dias para criar”, eu respondia “tudo isso?”. E vejo isso na maioria dos profissionais que vêm de outros lugares. Eles chegam com fome de fazer. Não são de uma geração criada com a melancia cortadinha e sem semente.

Em seus textos e entrevistas, nota-se que você acredita no valor de uma boa ideia, sem se preocupar muito com o que um focus group pode apontar, certo? Como você lida com a frustração quando uma ideia é barrada?

Se você não sabe lidar com a frustração, não pode trabalhar em propaganda. Os textos são uma forma de dividir as minhas agruras sobre a nossa profissão. Porque acho que os criativos não debatem mais. E aos poucos estão perdendo a importância perante os clientes. Não cabe mais ser visto como o criativo mimadinho focado em prêmio. Que não sabe ouvir não. Que não sabe se posicionar em uma reunião.

Eu lido bem quando uma ideia é barrada porque esgoto os meus argumentos para aprová-la. E aprendi a admitir quando o erro está na ideia mesmo.

Kassu, você criou o conceito “Pode ser” da Pepsi. O slogan saiu da boca do povo, caiu de novo nela e implicou no aumento das vendas de refrigerantes da marca. Qual sua justificativa para esse sucesso?

Quanto mais próximo da verdade, mais o consumidor se identifica. No caso de Pepsi, estava tudo pronto. Cartier Bresson dizia que não era um fotógrafo, que era um ladrão de momentos. Acho que um dos caminhos para a boa propaganda é exatamente este. É roubar essa verdade da rua. E devolver em uma boa execução.

Pensando em longo prazo, não seria negativo para a marca admitir que é a segunda entre as marcas com menor lembrança? Ela não corre o risco de se tornar incoerente caso decida competir novamente pelo primeiro lugar?

O brasileiro tem compaixão por quem está apanhando. Nós torcemos por equipes fracas na Copa do Mundo. Sentimos pena quando a goleada passou do ponto.

No caso de Pepsi, admitir com humor que era de fato uma segunda escolha, foi extremamente corajoso. E sendo bem realista, não enxergávamos a possibilidade de brigar pelo primeiro lugar. Nem agência, nem cliente. O que era fundamental era aumentar a consideração da marca. E isso a campanha fez com sobras. A coragem foi de pegar uma fraqueza e transformar em força. E trazer o consumidor para o nosso lado da briga.

Por que a CP+B, Kassu?

Eu toquei nesse tema em um texto. No “Você quer viver ou quer durar?”. Eu e o Marcão tivemos diversas propostas para sair do país. E começamos a pensar que uma mudança não seria de todo mal. Que um novo desafio poderia nos reinventar, mudar o nosso olhar. A CP+B surgiu quando não esperávamos. Somos grandes fãs da história e da filosofia da agência, mas o fundamental foi que nos encantamos pelo Chuck Porter. Ele é a resposta para a sua questão.

Você ainda pretende redigir para clientes?

No momento em que virei diretor de criação da Almap, me afastei da criação por dois motivos bem claros. O primeiro era a completa falta de tempo. Em uma agência que tem 1100 jobs a cada 4 meses, você não pode se dar ao luxo de parar para criar. Meu job era outro. Eu tinha que ser um gestor muito mais do que um criativo.

O segundo foi uma decisão minha e do Marcão. A parte mais fácil da direção de criação é enfiar o nome na ficha técnica da equipe. É confundir o que é ser diretor de criação com o que é ser um criativo. Se a equipe mostra uma ideia e eu mudo vários detalhes, mas não mudo a ideia em si, eu exerci a direção de criação. Se eu mudo a ideia, aí sim eu posso entrar na ficha como criação. Sempre fomos claros com isso. E nos afastamos para não competir com a equipe. Teoricamente, poderíamos ter escolhido os melhores jobs para criar. Escolhemos outro caminho.

Hoje, como a CP+B é uma startup, nada mais natural do que voltarmos a criar. E é isso que temos feito. Com real autonomia de ponta a ponta.

Qual comercial de TV você gostaria de ter feito?

Points of View do The Guardian.

Qual a sua dica para quem está montando uma pasta?

Vou fazer uma divulgação a mais do meu blog. Escrevi um texto “Uma despedida e algumas dicas.” Acho que essa pergunta está respondida lá. 

Entrevista: Guilherme Achiles

Pensamentos de Andy McLeod
Não sou mais redator. Não sei se você se importa, mas eu nunca escrevi muito. Sempre estive ocupado tentando fazer com que as pessoas lessem meus títulos. 
Nunca fui otimista o bastante para acreditar que as pessoas leriam as partes longas dos textos. Sejamos realistas, as pessoas só vão ler os títulos dos anúncios. Enquanto você folheou o Copy Book, fez o mesmo. E olha que esse livro é sobre redação publicitária. Para redatores.
Por essas e outras, evitava escrever linhas e mais linhas de texto. Um bom anúncio tem que ter menos de dez palavras. É o título que importa. Um grande título precisa trazer uma verdade profunda sobre o produto.
Prefiro linhas que não sejam inteligentes. Isso não quer dizer que devem ter ideias burras. Elas devem expressar uma ideia inteligente, mas de uma maneira curta. Não há nada de inteligente em um anúncio que diz: “Use seu voto. Nós sabemos que ele usará o dele”. Trata-se apenas de uma verdade dita com clareza. Tenho muito orgulho desse título.
Quando nós começamos a campanha da Marmite com o conceito “Ou você ama ou odeia”, não pensamos em nada esperto para os títulos.
Pensamos em algo realmente verdadeiro do produto para depois começar a escrever algo. O título deveria ser uma observação inteligente. Estávamos de frente para a verdade escondida, tentando trazê-la para a luz. 
“Skoda, é sério, Skoda” era um título que revelava um pensamento presente na mente das pessoas: carros ruins. Quando a Skoda criou um automóvel realmente brilhante, tínhamos de comunicar isso. E fizemos. 
Penso que a escrita inteligente não é nada além de uma escrita simples. É o essencial da comunicação. Quanto mais curta, melhor. Talvez por isso meu texto tenha mais espaços em branco do que de qualquer outro. 
Anúncio para Skoda, 2000. A “lista de espera” realmente aconteceu.

Fonte: The Copy Book
Tradução: Guilherme Achiles 

Pensamentos de Andy McLeod

Não sou mais redator. Não sei se você se importa, mas eu nunca escrevi muito. Sempre estive ocupado tentando fazer com que as pessoas lessem meus títulos.

Nunca fui otimista o bastante para acreditar que as pessoas leriam as partes longas dos textos. Sejamos realistas, as pessoas só vão ler os títulos dos anúncios. Enquanto você folheou o Copy Book, fez o mesmo. E olha que esse livro é sobre redação publicitária. Para redatores.

Por essas e outras, evitava escrever linhas e mais linhas de texto. Um bom anúncio tem que ter menos de dez palavras. É o título que importa. Um grande título precisa trazer uma verdade profunda sobre o produto.

Prefiro linhas que não sejam inteligentes. Isso não quer dizer que devem ter ideias burras. Elas devem expressar uma ideia inteligente, mas de uma maneira curta. Não há nada de inteligente em um anúncio que diz: “Use seu voto. Nós sabemos que ele usará o dele”. Trata-se apenas de uma verdade dita com clareza. Tenho muito orgulho desse título.

Quando nós começamos a campanha da Marmite com o conceito “Ou você ama ou odeia”, não pensamos em nada esperto para os títulos.

Pensamos em algo realmente verdadeiro do produto para depois começar a escrever algo. O título deveria ser uma observação inteligente. Estávamos de frente para a verdade escondida, tentando trazê-la para a luz.

“Skoda, é sério, Skoda” era um título que revelava um pensamento presente na mente das pessoas: carros ruins. Quando a Skoda criou um automóvel realmente brilhante, tínhamos de comunicar isso. E fizemos.

Penso que a escrita inteligente não é nada além de uma escrita simples. É o essencial da comunicação. Quanto mais curta, melhor. Talvez por isso meu texto tenha mais espaços em branco do que de qualquer outro. 

Anúncio para Skoda, 2000. A “lista de espera” realmente aconteceu.

Fonte: The Copy Book

Tradução: Guilherme Achiles 

Heineken e suas ações surpreendentes

A Heineken é uma das mais tradicionais cervejarias, presente em centenas de países, consumida no mundo inteiro. Mesmo assim, a marca mão abre de realizar ações promocionais em locais estratégicos através de experiências entre o produto e seus consumidores. Dessa vez a holandesa foi a Milão, na Itália, com mais uma novidade. Dica do Leo Knob!

Que tal voltar para as aulas de física? 
Calma! Não fecha a postagem e nem precisa pegar seus cadernos do Ensino Médio! O que vou mostrar é um vídeo muito legal sobre Inércia.
Para quem não lembra, inércia é a primeira lei de Newton, aquela que define que um objeto em movimento tende a permanecer em movimento e um objeto em repouso tende a permanecer em repouso até que uma ou mais forças aplicadas sobre ele façam-no mudar de direção.
Isso, basicamente, mostra que se você estiver em um carro parado, e acelerar, será empurrado para trás, certo? E quando frear, você irá acertar o nariz pára-brisa, pois se esqueceu do cinto de segurança.
Pois bem, o cara desse vídeo, com a ajuda de seus muito simpáticos assistentes científicos, mostrou esse efeito… quando ele não funciona!
Primeiramente, ele pendurou um pêndulo no teto da minivan e acelerou. O pêndulo foi para trás, como esperado, e para frente quando freou. Depois, ele fez o mesmo com um balão de gás hélio preso ao chão do veículo. Veja:

Note que Inércia não se aplicou. Por quê? Porque nesse caso, o balão é mais leve do que o ar. Assim, essa Lei de Newton não funciona. Entra em ação a Dinâmica de Fluidos.
Autor: Matheus Griger

Que tal voltar para as aulas de física?

Calma! Não fecha a postagem e nem precisa pegar seus cadernos do Ensino Médio! O que vou mostrar é um vídeo muito legal sobre Inércia.

Para quem não lembra, inércia é a primeira lei de Newton, aquela que define que um objeto em movimento tende a permanecer em movimento e um objeto em repouso tende a permanecer em repouso até que uma ou mais forças aplicadas sobre ele façam-no mudar de direção.

Isso, basicamente, mostra que se você estiver em um carro parado, e acelerar, será empurrado para trás, certo? E quando frear, você irá acertar o nariz pára-brisa, pois se esqueceu do cinto de segurança.

Pois bem, o cara desse vídeo, com a ajuda de seus muito simpáticos assistentes científicos, mostrou esse efeito… quando ele não funciona!

Primeiramente, ele pendurou um pêndulo no teto da minivan e acelerou. O pêndulo foi para trás, como esperado, e para frente quando freou. Depois, ele fez o mesmo com um balão de gás hélio preso ao chão do veículo. Veja:

Note que Inércia não se aplicou. Por quê? Porque nesse caso, o balão é mais leve do que o ar. Assim, essa Lei de Newton não funciona. Entra em ação a Dinâmica de Fluidos.

Autor: Matheus Griger

Dica de portfólio para ilustras
Quem desenha precisa pensar na melhor maneira de divulgar sua arte. O Marcos reuniu esses GIFs todos pra você ver como o formato valoriza o trabalho dos ilustradores.   

Confira:

Dica de portfólio para ilustras

Quem desenha precisa pensar na melhor maneira de divulgar sua arte. O Marcos reuniu esses GIFs todos pra você ver como o formato valoriza o trabalho dos ilustradores.   

Confira:

Música para aumentar a concentração
Ter atenção no trabalho ou em alguma tarefa diária pode ser um pouco complicado. Muitas pessoas se distraem facilmente e acabam perdendo o foco das suas obrigações.
Ouvir música para ajudar na concentração pode ser uma boa alternativa para se abstrair do ambiente a sua volta. É isso que sugere a Focus@Will.
A empresa oferece playlists para que você possa maximizar a sua concentração e não perder o foco com outras coisas.
Usando a neurociência e a psicologia para entender a distração, a Focus@Will desenvolve faixas musicais que vão desde músicas clássicas e melodias acústicas até sons de chuva e ondas quebrando na praia.
A empresa sugere que maior parte da distração é causada pela audição. Qualquer som estranho no ambiente pode acabar com a sua concentração.
O homem desenvolveu sua audição na pré-história para ficar atento a predadores. Com o passar dos anos, a necessidade de utilizar a habilidade para sobrevivência foi desaparecendo.
Muitos escritórios colocam música ambiente para que os seus funcionários sejam mais produtivos — e não caiam no sono. Mas isso pode ser um grande erro.
Se a faixa musical não for bem escolhida, você pode acabar passando o resto do dia com aquele refrão-chiclete grudado na sua cabeça — e isso não vai ajudar.
Segundo a Focus@Will, o tempo médio que as pessoas conseguem se concentrar é de 20 minutos por vez. Mas com a faixa musical correta, esse tempo pode se prolongar por até 100 minutos.
Depois desse período, é necessário fazer uma pausa para relaxar. O gráfico abaixo mostra como se comportam as oscilações desse ciclo:


Quer maximizar seu foco? Ouça essa seleção:

Fonte: Revista Exame
Autor: Roges Pizzatto

Música para aumentar a concentração

Ter atenção no trabalho ou em alguma tarefa diária pode ser um pouco complicado. Muitas pessoas se distraem facilmente e acabam perdendo o foco das suas obrigações.

Ouvir música para ajudar na concentração pode ser uma boa alternativa para se abstrair do ambiente a sua volta. É isso que sugere a Focus@Will.

A empresa oferece playlists para que você possa maximizar a sua concentração e não perder o foco com outras coisas.

Usando a neurociência e a psicologia para entender a distração, a Focus@Will desenvolve faixas musicais que vão desde músicas clássicas e melodias acústicas até sons de chuva e ondas quebrando na praia.

A empresa sugere que maior parte da distração é causada pela audição. Qualquer som estranho no ambiente pode acabar com a sua concentração.

O homem desenvolveu sua audição na pré-história para ficar atento a predadores. Com o passar dos anos, a necessidade de utilizar a habilidade para sobrevivência foi desaparecendo.

Muitos escritórios colocam música ambiente para que os seus funcionários sejam mais produtivos — e não caiam no sono. Mas isso pode ser um grande erro.

Se a faixa musical não for bem escolhida, você pode acabar passando o resto do dia com aquele refrão-chiclete grudado na sua cabeça — e isso não vai ajudar.

Segundo a Focus@Will, o tempo médio que as pessoas conseguem se concentrar é de 20 minutos por vez. Mas com a faixa musical correta, esse tempo pode se prolongar por até 100 minutos.

Depois desse período, é necessário fazer uma pausa para relaxar. O gráfico abaixo mostra como se comportam as oscilações desse ciclo:

Quer maximizar seu foco? Ouça essa seleção:

Fonte: Revista Exame

Autor: Roges Pizzatto

Pensamentos de Steve Hayden
Se você quer ser um redator bem pago, agrade seu cliente. Se quer ser um redator premiado, agrade a si mesmo. Se quer ser um dos grandes, agrade os seus leitores. 
Redação publicitária é talvez a única profissão que permite a você ter uma vida confortável apesar de seus defeitos. Orgulho, raiva, gula, ganância, luxúria, inveja, preguiça, medo, são apenas alguns exemplos. 
Dependendo das circunstâncias, todos eles podem vir a ser úteis, portanto tenha a certeza de que você estará acostumado com cada um. Isso pode explicar porque alguns dos redatores de maior sucesso são tão familiarizados com o verdadeiro livro negro, a Bíblia. 
Ela só não explica tudo que você precisa saber sobre a fragilidade humana como também parece ser um guia para a escrita muito útil (de onde você acha que todos esses “es”dos anúncios saem?). Além disso, trata-se de um dos documentos mais persuasivos já escrito. Num mundo repleto de informações semelhantes, ela convence muitas pessoas a aceitarem o que não se pode tocar. Infelizmente, às vezes, por um alto preço.
Ela também incorpora um tipo de poder vindo do anônimo. Ninguém sabe quem a escreveu. Mal sabemos quem a traduziu. A verdade é que eles são muito bons. Quantos redatores, depois de terem ganhado algum prêmio, têm o trabalho comparado ao feito pela Palavra de Deus?  
Não é uma má ideia imitá-la. Faça do seu trabalho a Palavra da Procter, da IBM ou da Callard & Bowser. 
Lendo essas Palavras, podemos ouvir vozes, e assim, saber como desenvolver as nossas próprias. Redatores como Hal Riney e Howard Gossage criaram as suas.
Muitos pensam que precisamos adaptar nosso estilo ao do cliente, do público, de um determinado país. 
A razão pela qual nos adaptamos é simples: porque isso nos ajuda a conhecer o presidente, o diretor ou seja lá quem for o responsável. Se eles forem pensadores brilhantes ou bons oradores, e se você conseguir deixar de lado toda estupidez e a ganância que os conduzem em seus negócios, basta pensar: como eles devem soar às pessoas? Esse é o seu trabalho, criar a melhor imagem para os seus clientes. 
Há ainda a outra coisa importante: a de fazer com que as pessoas leiam o seu texto. Uma grande promessa, como Johnson apontou, é a alma da propaganda. 
Procure de alguma maneira relacionar o pequeno mundo em que os seus clientes estão inseridos com alguma coisa grande e ensolarada que as pessoas realmente se importam.
Desodorantes não servem para deixar as pessoas mais secas, mas para torná-las atraentes. Computadores não servem para terminarmos um volume maior de trabalho, mas para nos darem poderes. Carros não foram feitos só para nos transportar. Comida não é apenas para matar a nossa fome. Bebidas, para saciar nossa sede. E assim por diante. 
É sempre interessante para quem escreve estar empolgado com algum produto ou serviço que pareça estúpido aos outros. Entrega em domicílio, por exemplo. Encontre uma maneira de relacioná-la com algo maior. Se você fizer ficará famoso. Pelo menos no mundo dos escritores anônimos.
A primeira linha do seu texto é, provavelmente, mais importante do que o título. Um diretor de criação da FCB uma vez me disse que apenas 4% dos leitores vão se arrastar através dos 70% do resto do texto. Seu trabalho é bater esses números. 
A Bíblia, salvo o capítulo de Gênesis, é uma grande fonte de títulos, mas nem sempre de primeiras linhas. Para essas, veja as letras de Country, fonte de emoções simples e bem pensadas. Ironia para todo dia.
Minha frase favorita é: “Se o seu telefone não tocar, sou eu”.
Um extraordinário exemplo para quem luta nas trincheiras da prosa comercial.
A vida da maioria das pessoas é rude, estúpida e permanece assim por muito tempo. Se você puder trazer a algumas delas um pouco de diversão, uma promessa de que há algo interessante acontecendo e que pode realmente fazer a diferença, elas vão amar você.
Se estiver mentindo, elas vão rasgar o seu texto em pedaços. Portanto, faça a verdade parecer interessante, como de fato ela é, e nunca menospreze seu público. Eles são mais espertos do que você, viverão mais e possuem uma Internet mais rápida.
Um último conselho.
Evite drogas, bebidas e cigarros o máximo que puder.
Você vai gastar muito tempo da sua vida transformando pérolas artificiais em genuínas, porque é disso que esse trabalho se trata. Se você ganhar prêmios, eles irão odiá-lo por isso. Se não ganhar, eles vão trocá-lo por alguém que ganhou.
Redação publicitária pode te deixar viciado e levar você à morte, a menos que você seja capaz de levar uma vida saudável como um redator. No fim, é a única carreira no mundo que lhe permite uma vida de artista com uma renda de trabalhador.
Garanta que pelo menos 10% de seus ganhos serão destinados a causas dignas. Dê a si um tempo para aproveitar o amor e servir o próximo. Aprenda a ter compaixão e tenha cuidado com a doença do ego que tanto nos devasta nas nossas diversas relações.
Isso nos faz voltar à Bíblia, em especial a versão escrita pelos escrivães anônimos do Rei James.
É a melhor versão do Livro Sagrado.
Veja um de seus mais memoráveis anúncios para a Apple:

Fonte: The Copy Book
Tradução: Guilherme Achiles

Pensamentos de Steve Hayden

Se você quer ser um redator bem pago, agrade seu cliente. Se quer ser um redator premiado, agrade a si mesmo. Se quer ser um dos grandes, agrade os seus leitores.

Redação publicitária é talvez a única profissão que permite a você ter uma vida confortável apesar de seus defeitos. Orgulho, raiva, gula, ganância, luxúria, inveja, preguiça, medo, são apenas alguns exemplos.

Dependendo das circunstâncias, todos eles podem vir a ser úteis, portanto tenha a certeza de que você estará acostumado com cada um. Isso pode explicar porque alguns dos redatores de maior sucesso são tão familiarizados com o verdadeiro livro negro, a Bíblia.

Ela só não explica tudo que você precisa saber sobre a fragilidade humana como também parece ser um guia para a escrita muito útil (de onde você acha que todos esses “es”dos anúncios saem?). Além disso, trata-se de um dos documentos mais persuasivos já escrito. Num mundo repleto de informações semelhantes, ela convence muitas pessoas a aceitarem o que não se pode tocar. Infelizmente, às vezes, por um alto preço.

Ela também incorpora um tipo de poder vindo do anônimo. Ninguém sabe quem a escreveu. Mal sabemos quem a traduziu. A verdade é que eles são muito bons. Quantos redatores, depois de terem ganhado algum prêmio, têm o trabalho comparado ao feito pela Palavra de Deus? 

Não é uma má ideia imitá-la. Faça do seu trabalho a Palavra da Procter, da IBM ou da Callard & Bowser.

Lendo essas Palavras, podemos ouvir vozes, e assim, saber como desenvolver as nossas próprias. Redatores como Hal Riney e Howard Gossage criaram as suas.

Muitos pensam que precisamos adaptar nosso estilo ao do cliente, do público, de um determinado país.

A razão pela qual nos adaptamos é simples: porque isso nos ajuda a conhecer o presidente, o diretor ou seja lá quem for o responsável. Se eles forem pensadores brilhantes ou bons oradores, e se você conseguir deixar de lado toda estupidez e a ganância que os conduzem em seus negócios, basta pensar: como eles devem soar às pessoas? Esse é o seu trabalho, criar a melhor imagem para os seus clientes.

Há ainda a outra coisa importante: a de fazer com que as pessoas leiam o seu texto. Uma grande promessa, como Johnson apontou, é a alma da propaganda.

Procure de alguma maneira relacionar o pequeno mundo em que os seus clientes estão inseridos com alguma coisa grande e ensolarada que as pessoas realmente se importam.

Desodorantes não servem para deixar as pessoas mais secas, mas para torná-las atraentes. Computadores não servem para terminarmos um volume maior de trabalho, mas para nos darem poderes. Carros não foram feitos só para nos transportar. Comida não é apenas para matar a nossa fome. Bebidas, para saciar nossa sede. E assim por diante.

É sempre interessante para quem escreve estar empolgado com algum produto ou serviço que pareça estúpido aos outros. Entrega em domicílio, por exemplo. Encontre uma maneira de relacioná-la com algo maior. Se você fizer ficará famoso. Pelo menos no mundo dos escritores anônimos.

A primeira linha do seu texto é, provavelmente, mais importante do que o título. Um diretor de criação da FCB uma vez me disse que apenas 4% dos leitores vão se arrastar através dos 70% do resto do texto. Seu trabalho é bater esses números.

A Bíblia, salvo o capítulo de Gênesis, é uma grande fonte de títulos, mas nem sempre de primeiras linhas. Para essas, veja as letras de Country, fonte de emoções simples e bem pensadas. Ironia para todo dia.

Minha frase favorita é: “Se o seu telefone não tocar, sou eu”.

Um extraordinário exemplo para quem luta nas trincheiras da prosa comercial.

A vida da maioria das pessoas é rude, estúpida e permanece assim por muito tempo. Se você puder trazer a algumas delas um pouco de diversão, uma promessa de que há algo interessante acontecendo e que pode realmente fazer a diferença, elas vão amar você.

Se estiver mentindo, elas vão rasgar o seu texto em pedaços. Portanto, faça a verdade parecer interessante, como de fato ela é, e nunca menospreze seu público. Eles são mais espertos do que você, viverão mais e possuem uma Internet mais rápida.

Um último conselho.

Evite drogas, bebidas e cigarros o máximo que puder.

Você vai gastar muito tempo da sua vida transformando pérolas artificiais em genuínas, porque é disso que esse trabalho se trata. Se você ganhar prêmios, eles irão odiá-lo por isso. Se não ganhar, eles vão trocá-lo por alguém que ganhou.

Redação publicitária pode te deixar viciado e levar você à morte, a menos que você seja capaz de levar uma vida saudável como um redator. No fim, é a única carreira no mundo que lhe permite uma vida de artista com uma renda de trabalhador.

Garanta que pelo menos 10% de seus ganhos serão destinados a causas dignas. Dê a si um tempo para aproveitar o amor e servir o próximo. Aprenda a ter compaixão e tenha cuidado com a doença do ego que tanto nos devasta nas nossas diversas relações.

Isso nos faz voltar à Bíblia, em especial a versão escrita pelos escrivães anônimos do Rei James.

É a melhor versão do Livro Sagrado.

Veja um de seus mais memoráveis anúncios para a Apple:

Fonte: The Copy Book

Tradução: Guilherme Achiles

GIFs para o feriado

Como você está se sentindo faltando 10 minutos para o feriadão? 10 ideias pra você estravazar a felicidade antes de bater o ponto do final do dia:
Com dancinhas da felicidade


Soltando a franga

Correndo para bater o ponto

Socos para o ar

Comemorando com os colegas




Autor: Ciro Gusatti 

GIFs para o feriado

Como você está se sentindo faltando 10 minutos para o feriadão? 10 ideias pra você estravazar a felicidade antes de bater o ponto do final do dia:

Com dancinhas da felicidade

Soltando a franga

Correndo para bater o ponto

Socos para o ar

Comemorando com os colegas

Autor: Ciro Gusatti