Pensamentos de Steve Hayden, o redator de Steve Jobs
Se você quer ser um redator bem pago, agrade seu cliente. Se quer ser um redator premiado, agrade a si mesmo. Se quer ser um dos grandes, agrade os seus leitores. 
Redação publicitária é talvez a única profissão que permite a você ter uma vida confortável apesar de seus defeitos. Orgulho, raiva, gula, ganância, luxúria, inveja, preguiça, medo, são apenas alguns exemplos. 
Dependendo das circunstâncias, todos eles podem vir a ser úteis, portanto tenha a certeza de que você estará acostumado com cada um. Isso pode explicar porque alguns dos redatores de maior sucesso são tão familiarizados com o verdadeiro livro negro, a Bíblia. 
Ela só não explica tudo que você precisa saber sobre a fragilidade humana como também parece ser um guia para a escrita muito útil (de onde você acha que todos esses “es”dos anúncios saem?). Além disso, trata-se de um dos documentos mais persuasivos já escrito. Num mundo repleto de informações semelhantes, ela convence muitas pessoas a aceitarem o que não se pode tocar. Infelizmente, às vezes, por um alto preço.
Ela também incorpora um tipo de poder vindo do anônimo. Ninguém sabe quem a escreveu. Mal sabemos quem a traduziu. A verdade é que eles são muito bons. Quantos redatores, depois de terem ganhado algum prêmio, têm o trabalho comparado ao feito pela Palavra de Deus?  
Não é uma má ideia imitá-la. Faça do seu trabalho a Palavra da Procter, da IBM ou da Callard & Bowser. 
Lendo essas Palavras, podemos ouvir vozes, e assim, saber como desenvolver as nossas próprias. Redatores como Hal Riney e Howard Gossage criaram as suas.
Muitos pensam que precisamos adaptar nosso estilo ao do cliente, do público, de um determinado país. 
A razão pela qual nos adaptamos é simples: porque isso nos ajuda a conhecer o presidente, o diretor ou seja lá quem for o responsável. Se eles forem pensadores brilhantes ou bons oradores, e se você conseguir deixar de lado toda estupidez e a ganância que os conduzem em seus negócios, basta pensar: como eles devem soar às pessoas? Esse é o seu trabalho, criar a melhor imagem para os seus clientes. 
Há ainda a outra coisa importante: a de fazer com que as pessoas leiam o seu texto. Uma grande promessa, como Johnson apontou, é a alma da propaganda. 
Procure de alguma maneira relacionar o pequeno mundo em que os seus clientes estão inseridos com alguma coisa grande e ensolarada que as pessoas realmente se importam.
Desodorantes não servem para deixar as pessoas mais secas, mas para torná-las atraentes. Computadores não servem para terminarmos um volume maior de trabalho, mas para nos darem poderes. Carros não foram feitos só para nos transportar. Comida não é apenas para matar a nossa fome. Bebidas, para saciar nossa sede. E assim por diante. 
É sempre interessante para quem escreve estar empolgado com algum produto ou serviço que pareça estúpido aos outros. Entrega em domicílio, por exemplo. Encontre uma maneira de relacioná-la com algo maior. Se você fizer ficará famoso. Pelo menos no mundo dos escritores anônimos.
A primeira linha do seu texto é, provavelmente, mais importante do que o título. Um diretor de criação da FCB uma vez me disse que apenas 4% dos leitores vão se arrastar através dos 70% do resto do texto. Seu trabalho é bater esses números. 
A Bíblia, salvo o capítulo de Gênesis, é uma grande fonte de títulos, mas nem sempre de primeiras linhas. Para essas, veja as letras de Country, fonte de emoções simples e bem pensadas. Ironia para todo dia.
Minha frase favorita é: “Se o seu telefone não tocar, sou eu”.
Um extraordinário exemplo para quem luta nas trincheiras da prosa comercial.
A vida da maioria das pessoas é rude, estúpida e permanece assim por muito tempo. Se você puder trazer a algumas delas um pouco de diversão, uma promessa de que há algo interessante acontecendo e que pode realmente fazer a diferença, elas vão amar você.
Se estiver mentindo, elas vão rasgar o seu texto em pedaços. Portanto, faça a verdade parecer interessante, como de fato ela é, e nunca menospreze seu público. Eles são mais espertos do que você, viverão mais e possuem uma Internet mais rápida.
Um último conselho.
Evite drogas, bebidas e cigarros o máximo que puder.
Você vai gastar muito tempo da sua vida transformando pérolas artificiais em genuínas, porque é disso que esse trabalho se trata. Se você ganhar prêmios, eles irão odiá-lo por isso. Se não ganhar, eles vão trocá-lo por alguém que ganhou.
Redação publicitária pode te deixar viciado e levar você à morte, a menos que você seja capaz de levar uma vida saudável como um redator. No fim, é a única carreira no mundo que lhe permite uma vida de artista com uma renda de trabalhador.
Garanta que pelo menos 10% de seus ganhos serão destinados a causas dignas. Dê a si um tempo para aproveitar o amor e servir o próximo. Aprenda a ter compaixão e tenha cuidado com a doença do ego que tanto nos devasta nas nossas diversas relações.
Isso nos faz voltar à Bíblia, em especial a versão escrita pelos escrivães anônimos do Rei James.
É a melhor versão do Livro Sagrado.
Veja um de seus mais memoráveis anúncios para a Apple:

Tradução do livro - The Copy Book: Guilherme Achiles

Pensamentos de Steve Hayden, o redator de Steve Jobs

Se você quer ser um redator bem pago, agrade seu cliente. Se quer ser um redator premiado, agrade a si mesmo. Se quer ser um dos grandes, agrade os seus leitores.

Redação publicitária é talvez a única profissão que permite a você ter uma vida confortável apesar de seus defeitos. Orgulho, raiva, gula, ganância, luxúria, inveja, preguiça, medo, são apenas alguns exemplos.

Dependendo das circunstâncias, todos eles podem vir a ser úteis, portanto tenha a certeza de que você estará acostumado com cada um. Isso pode explicar porque alguns dos redatores de maior sucesso são tão familiarizados com o verdadeiro livro negro, a Bíblia.

Ela só não explica tudo que você precisa saber sobre a fragilidade humana como também parece ser um guia para a escrita muito útil (de onde você acha que todos esses “es”dos anúncios saem?). Além disso, trata-se de um dos documentos mais persuasivos já escrito. Num mundo repleto de informações semelhantes, ela convence muitas pessoas a aceitarem o que não se pode tocar. Infelizmente, às vezes, por um alto preço.

Ela também incorpora um tipo de poder vindo do anônimo. Ninguém sabe quem a escreveu. Mal sabemos quem a traduziu. A verdade é que eles são muito bons. Quantos redatores, depois de terem ganhado algum prêmio, têm o trabalho comparado ao feito pela Palavra de Deus? 

Não é uma má ideia imitá-la. Faça do seu trabalho a Palavra da Procter, da IBM ou da Callard & Bowser.

Lendo essas Palavras, podemos ouvir vozes, e assim, saber como desenvolver as nossas próprias. Redatores como Hal Riney e Howard Gossage criaram as suas.

Muitos pensam que precisamos adaptar nosso estilo ao do cliente, do público, de um determinado país.

A razão pela qual nos adaptamos é simples: porque isso nos ajuda a conhecer o presidente, o diretor ou seja lá quem for o responsável. Se eles forem pensadores brilhantes ou bons oradores, e se você conseguir deixar de lado toda estupidez e a ganância que os conduzem em seus negócios, basta pensar: como eles devem soar às pessoas? Esse é o seu trabalho, criar a melhor imagem para os seus clientes.

Há ainda a outra coisa importante: a de fazer com que as pessoas leiam o seu texto. Uma grande promessa, como Johnson apontou, é a alma da propaganda.

Procure de alguma maneira relacionar o pequeno mundo em que os seus clientes estão inseridos com alguma coisa grande e ensolarada que as pessoas realmente se importam.

Desodorantes não servem para deixar as pessoas mais secas, mas para torná-las atraentes. Computadores não servem para terminarmos um volume maior de trabalho, mas para nos darem poderes. Carros não foram feitos só para nos transportar. Comida não é apenas para matar a nossa fome. Bebidas, para saciar nossa sede. E assim por diante.

É sempre interessante para quem escreve estar empolgado com algum produto ou serviço que pareça estúpido aos outros. Entrega em domicílio, por exemplo. Encontre uma maneira de relacioná-la com algo maior. Se você fizer ficará famoso. Pelo menos no mundo dos escritores anônimos.

A primeira linha do seu texto é, provavelmente, mais importante do que o título. Um diretor de criação da FCB uma vez me disse que apenas 4% dos leitores vão se arrastar através dos 70% do resto do texto. Seu trabalho é bater esses números.

A Bíblia, salvo o capítulo de Gênesis, é uma grande fonte de títulos, mas nem sempre de primeiras linhas. Para essas, veja as letras de Country, fonte de emoções simples e bem pensadas. Ironia para todo dia.

Minha frase favorita é: “Se o seu telefone não tocar, sou eu”.

Um extraordinário exemplo para quem luta nas trincheiras da prosa comercial.

A vida da maioria das pessoas é rude, estúpida e permanece assim por muito tempo. Se você puder trazer a algumas delas um pouco de diversão, uma promessa de que há algo interessante acontecendo e que pode realmente fazer a diferença, elas vão amar você.

Se estiver mentindo, elas vão rasgar o seu texto em pedaços. Portanto, faça a verdade parecer interessante, como de fato ela é, e nunca menospreze seu público. Eles são mais espertos do que você, viverão mais e possuem uma Internet mais rápida.

Um último conselho.

Evite drogas, bebidas e cigarros o máximo que puder.

Você vai gastar muito tempo da sua vida transformando pérolas artificiais em genuínas, porque é disso que esse trabalho se trata. Se você ganhar prêmios, eles irão odiá-lo por isso. Se não ganhar, eles vão trocá-lo por alguém que ganhou.

Redação publicitária pode te deixar viciado e levar você à morte, a menos que você seja capaz de levar uma vida saudável como um redator. No fim, é a única carreira no mundo que lhe permite uma vida de artista com uma renda de trabalhador.

Garanta que pelo menos 10% de seus ganhos serão destinados a causas dignas. Dê a si um tempo para aproveitar o amor e servir o próximo. Aprenda a ter compaixão e tenha cuidado com a doença do ego que tanto nos devasta nas nossas diversas relações.

Isso nos faz voltar à Bíblia, em especial a versão escrita pelos escrivães anônimos do Rei James.

É a melhor versão do Livro Sagrado.

Veja um de seus mais memoráveis anúncios para a Apple:

Tradução do livro - The Copy Book: Guilherme Achiles

GIFs para o feriado

Como você está se sentindo faltando 10 minutos para o feriadão? 10 ideias pra você estravazar a felicidade antes de bater o ponto do final do dia:
Com dancinhas da felicidade


Soltando a franga

Correndo para bater o ponto

Socos para o ar

Comemorando com os colegas




Autor: Ciro Gusatti 

GIFs para o feriado

Como você está se sentindo faltando 10 minutos para o feriadão? 10 ideias pra você estravazar a felicidade antes de bater o ponto do final do dia:

Com dancinhas da felicidade

Soltando a franga

Correndo para bater o ponto

Socos para o ar

Comemorando com os colegas

Autor: Ciro Gusatti 

Que internet você quer?
O site do governo está com uma votação aberta para você poder votar e definir como será a internet no país. Basta você acessar o link, escolher uma pergunta e duas propostas serão apresentadas. Escolha a que mais lhe agradar e vote quantas vezes quiser. Chegou a hora de fazer a diferença!
A votação encerra amanhã (17 de abril).
Acesse e vote!
Autor: Matheus Grieger

Que internet você quer?

O site do governo está com uma votação aberta para você poder votar e definir como será a internet no país. Basta você acessar o link, escolher uma pergunta e duas propostas serão apresentadas. Escolha a que mais lhe agradar e vote quantas vezes quiser. Chegou a hora de fazer a diferença!

A votação encerra amanhã (17 de abril).

Acesse e vote!

Autor: Matheus Grieger

O Declínio da Web Mobile
As pessoas estão passando mais tempo em dispositivos mobile do que em desktops.


E a maioria destes está usando apps e não web.
Estamos em uma época preocupante para a web. O mobile é o futuro. Quem vencer no mobile, vence a Internet. Até agora, os apps estão vencendo e a web está perdendo.
No mais, há sinais de que isso irá piorar. Pergunte para qualquer empresa na web e eles lhe dirão que valorizam mais os usuários de apps do que usuários web. É por isso que você vê tantos popups e banners em sites mobile que pedem para você baixar seus apps. É por isso também que tantos sites mobiles estão quebrados. Confira aqui.
Os recursos estão sendo investidos no desenvolvimento de apps no lugar de web. Enquanto a experiência para o usuário na web se deteriora, o impulso em direção aos aplicativos só vai aumentar.
O provável final será que a web se tornará um produto de nicho usado para coisas como 1) experimentar um serviço antes de baixar o aplicativo, 2) consumir conteúdos longos (exemplo um link para um blog do Twitter ou feed do Facebook).
Isto irá ferir inovações em longo prazo por uma série de razões:
1) Aplicativos têm uma dinâmica de “rico-enriquecerá” que favorecerá o status sobre inovação. Aplicativos populares recebem atalho na tela principal, são mais usados, são melhor classificados nas lojas de apps, têm mais lucro, podem pagar por maior distribuição, etc. O resultado final será como TV a cabo – alguns canais/apps dominantes que param na tela principal dos usuários e todo o resto são relegados para camadas inferiores ou irrelevantes.
2) Aplicativos são fortemente controlados pelos donos das lojas dominantes, Apple e Google. Ambos controlam quais aplicativos existentes, como são construídos, quais são promovidos, e, ainda por cima, cobram uma taxa de 30% nos lucros sobre esses serviços. Um verdadeiro monopólio.
Mais preocupante ainda: eles rejeitam classes inteiras de aplicativos sem razões específicas, sem a possibilidade de recorrer (a Apple recusou todos os aplicativos relacionados à Bitcoin). A arquitetura aberta da web nos levou a uma era incrível de experimentação. Muitas startups eram controversas quando recém foram fundadas. E se a AOL ou outro gatekeeper central houvesse controlado a web, e os desenvolvedores tivessem de pedir permissão para criar o Google, YouTube, eBay, Paypal, Wikipedia, Twitter, Facebook, etc? Infelizmente, é para onde estamos caminhando no mobile.
Autor: Matheus Grieger

O Declínio da Web Mobile

As pessoas estão passando mais tempo em dispositivos mobile do que em desktops.

E a maioria destes está usando apps e não web.

Estamos em uma época preocupante para a web. O mobile é o futuro. Quem vencer no mobile, vence a Internet. Até agora, os apps estão vencendo e a web está perdendo.

No mais, há sinais de que isso irá piorar. Pergunte para qualquer empresa na web e eles lhe dirão que valorizam mais os usuários de apps do que usuários web. É por isso que você vê tantos popups e banners em sites mobile que pedem para você baixar seus apps. É por isso também que tantos sites mobiles estão quebrados. Confira aqui.

Os recursos estão sendo investidos no desenvolvimento de apps no lugar de web. Enquanto a experiência para o usuário na web se deteriora, o impulso em direção aos aplicativos só vai aumentar.

O provável final será que a web se tornará um produto de nicho usado para coisas como 1) experimentar um serviço antes de baixar o aplicativo, 2) consumir conteúdos longos (exemplo um link para um blog do Twitter ou feed do Facebook).

Isto irá ferir inovações em longo prazo por uma série de razões:

1) Aplicativos têm uma dinâmica de “rico-enriquecerá” que favorecerá o status sobre inovação. Aplicativos populares recebem atalho na tela principal, são mais usados, são melhor classificados nas lojas de apps, têm mais lucro, podem pagar por maior distribuição, etc. O resultado final será como TV a cabo – alguns canais/apps dominantes que param na tela principal dos usuários e todo o resto são relegados para camadas inferiores ou irrelevantes.

2) Aplicativos são fortemente controlados pelos donos das lojas dominantes, Apple e Google. Ambos controlam quais aplicativos existentes, como são construídos, quais são promovidos, e, ainda por cima, cobram uma taxa de 30% nos lucros sobre esses serviços. Um verdadeiro monopólio.

Mais preocupante ainda: eles rejeitam classes inteiras de aplicativos sem razões específicas, sem a possibilidade de recorrer (a Apple recusou todos os aplicativos relacionados à Bitcoin). A arquitetura aberta da web nos levou a uma era incrível de experimentação. Muitas startups eram controversas quando recém foram fundadas. E se a AOL ou outro gatekeeper central houvesse controlado a web, e os desenvolvedores tivessem de pedir permissão para criar o Google, YouTube, eBay, Paypal, Wikipedia, Twitter, Facebook, etc? Infelizmente, é para onde estamos caminhando no mobile.

Autor: Matheus Grieger

Hospital cria ursinho Elo para conectar crianças internadas às famílias
Muita gente deve se perguntar por que não utilizar toda a tecnologia disponível nos dias de hoje para fazer o bem? Às vezes, parecemos não nos dar conta de como ela deixou nosso dia mais prático e rápido, não é mesmo? Ainda mais quando se tratam de situações de distância e, principalmente, quando essa distância nos é imposta.  Sim, nesses momentos é que vemos o quanto a tecnologia é importante em nossas vidas.
Se assim é para os adultos, imagine para uma criança que teve que sair de perto dos pais, de seus brinquedos e da sua escola e amigos para ficar internada em um hospital?
Foi aí que um projeto lindo, lançado no Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, São Paulo, desenvolveu o ursinho Elo que alia tecnologia ao fator mais importante: a felicidade.
Chega de papo e vamos ao vídeo! Confesso que quando ouvi “Eu conheço essa voz” não aguentei. 
 
Felicidade. Mesmo em uma situação tão complicada como a das crianças, elas puderam senti-la. E você? Precisa mesmo de milhares de motivos para ser feliz?
Autor: Gabriela Amaral

Hospital cria ursinho Elo para conectar crianças internadas às famílias

Muita gente deve se perguntar por que não utilizar toda a tecnologia disponível nos dias de hoje para fazer o bem? Às vezes, parecemos não nos dar conta de como ela deixou nosso dia mais prático e rápido, não é mesmo? Ainda mais quando se tratam de situações de distância e, principalmente, quando essa distância nos é imposta.  Sim, nesses momentos é que vemos o quanto a tecnologia é importante em nossas vidas.

Se assim é para os adultos, imagine para uma criança que teve que sair de perto dos pais, de seus brinquedos e da sua escola e amigos para ficar internada em um hospital?

Foi aí que um projeto lindo, lançado no Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, São Paulo, desenvolveu o ursinho Elo que alia tecnologia ao fator mais importante: a felicidade.

Chega de papo e vamos ao vídeo! Confesso que quando ouvi “Eu conheço essa voz” não aguentei.

Felicidade. Mesmo em uma situação tão complicada como a das crianças, elas puderam senti-la. E você? Precisa mesmo de milhares de motivos para ser feliz?

Autor: Gabriela Amaral

Quem você quer ser no futuro? Um “Hipopótamo” ou um Geek?
No último HSM Expomanagement, em Novembro de 2013, a principal reflexão foi como simplificar as tomadas de decisões e operações diante da complexidade da atual economia de ruptura.
Outra discussão foi referente à substituição dos “hipopótamos” pelos “geeks” no processo decisório. Andrew McAfee, principal pesquisador do centro de negócios digitais do Massachusetts Institute of Technology (MIT), rotula “hipopótamo” como os executivos experientes que alcançaram o alto da hierarquia e dominam a tomada das decisões nas empresas, já o termo “geeks” refere-se aos profissionais viciados em tecnologia, computador e internet.   
Andrew comenta que os “hipopótamos” eram efetivos quando o volume de dados relevantes de uma decisão de negócios mostrava-se baixo, no patamar de 10; hoje eles perdem a eficácia, quando a quantidade de dados por decisão supera os 100 e ruma a 1.000 ou mais. Com o volume de dados levados em consideração, será virtualmente impossível continuar a decidir de modo “manual”. Em um ambiente tão complexo, eles não ajudam a simplificar as coisas. Dessa forma, a tomada de decisão nas empresas deve ser simplificada pela tecnologia.
Andrew acredita que o futuro da tomada de decisões nas empresas está no uso do Big Data e nos algoritmos como os que interpretam os metadados para que um gestor possa decidir se deve ou não lançar um determinado produto no mercado.
Dessa forma, os “hipopótamos” terão de dar a vez à tecnologia no processo decisório, sendo auxiliado pelos “geeks”. Segundo o autor, eles não serão descartados: suas duas novas funções serão fazer as perguntas certas e contribuir com opiniões e hipóteses para que se criem os algoritmos.
A relação entre “Hipopótamos e Geeks” pode gerar grandes resultados para as empresas, uma vez que corretamente processados, esses dados podem ter utilidade ímpar para as empresas e ajudar os gestores a tomar decisões, identificar problemas e fazer previsões.
E você, já decidiu o que vai ser?
Autor: Rafael Comin

Quem você quer ser no futuro? Um “Hipopótamo” ou um Geek?

No último HSM Expomanagement, em Novembro de 2013, a principal reflexão foi como simplificar as tomadas de decisões e operações diante da complexidade da atual economia de ruptura.

Outra discussão foi referente à substituição dos “hipopótamos” pelos “geeks” no processo decisório. Andrew McAfee, principal pesquisador do centro de negócios digitais do Massachusetts Institute of Technology (MIT), rotula “hipopótamo” como os executivos experientes que alcançaram o alto da hierarquia e dominam a tomada das decisões nas empresas, já o termo “geeks” refere-se aos profissionais viciados em tecnologia, computador e internet.   

Andrew comenta que os “hipopótamos” eram efetivos quando o volume de dados relevantes de uma decisão de negócios mostrava-se baixo, no patamar de 10; hoje eles perdem a eficácia, quando a quantidade de dados por decisão supera os 100 e ruma a 1.000 ou mais. Com o volume de dados levados em consideração, será virtualmente impossível continuar a decidir de modo “manual”. Em um ambiente tão complexo, eles não ajudam a simplificar as coisas. Dessa forma, a tomada de decisão nas empresas deve ser simplificada pela tecnologia.

Andrew acredita que o futuro da tomada de decisões nas empresas está no uso do Big Data e nos algoritmos como os que interpretam os metadados para que um gestor possa decidir se deve ou não lançar um determinado produto no mercado.

Dessa forma, os “hipopótamos” terão de dar a vez à tecnologia no processo decisório, sendo auxiliado pelos “geeks”. Segundo o autor, eles não serão descartados: suas duas novas funções serão fazer as perguntas certas e contribuir com opiniões e hipóteses para que se criem os algoritmos.

A relação entre “Hipopótamos e Geeks” pode gerar grandes resultados para as empresas, uma vez que corretamente processados, esses dados podem ter utilidade ímpar para as empresas e ajudar os gestores a tomar decisões, identificar problemas e fazer previsões.

E você, já decidiu o que vai ser?

Autor: Rafael Comin

A origem dos memes

Essa é a dica de vídeo do Gui, redator da Seen. O Gui é daqueles que se identificam com o meme “Eu sou o único por aqui que não tem um Iphone?”.

  • Publicou Há 1 semana
  • Abril 10th, 2014

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Dove surpreende novamente com comercial “Adesivos” 
Eu realmente acho propaganda fascinante. Não apenas eu. A maioria das pessoas que conheço gosta de assistir um bom comercial de vez em quando. E sabe por quê? Porque ela é feita por pessoas e para pessoas.
É por essas e outras que sou obrigado a pensar da seguinte forma: para ser boa, a propaganda deve ser humana e transmitir nossas curiosidades e fragilidades como se todos fôssemos iguais. Porque no fundo, é o que somos: produtos da mesma matéria. No fundo, fazemos e sentimos as mesmas coisas.
Você deve se lembrar do “Retratos da real beleza” da Dove.

No ano passado, o comercial simplesmente ganhou todos os prêmios de publicidade os quais disputou. E mais importante do que isso: caiu no gosto das pessoas de verdade. Mostrou, de maneira tocante, a insegurança da maioria das mulheres com relação à própria beleza, e de quebra, provou que as enxergam diferente. Isso renovou a autoestima e a confiança feminina. (Na minha humilde opinião, esse é o propósito que consagra a Dove como a marca mais bem relacionada com o seu público em todo o mundo).
Este ano, muita gente aguardava o que a Dove faria depois do enorme sucesso do “Retratos da real beleza”. Se você não estava à espera, posso garantir que muitos publicitários estavam curiosos para saber o que a Ogilvy & Mather faria em 2014.
Desconheço a opinião dos sabichões. Mas, gostaria muito de saber a sua.

Autor: Guilherme Achiles

Dove surpreende novamente com comercial “Adesivos”

Eu realmente acho propaganda fascinante. Não apenas eu. A maioria das pessoas que conheço gosta de assistir um bom comercial de vez em quando. E sabe por quê? Porque ela é feita por pessoas e para pessoas.

É por essas e outras que sou obrigado a pensar da seguinte forma: para ser boa, a propaganda deve ser humana e transmitir nossas curiosidades e fragilidades como se todos fôssemos iguais. Porque no fundo, é o que somos: produtos da mesma matéria. No fundo, fazemos e sentimos as mesmas coisas.

Você deve se lembrar do “Retratos da real beleza” da Dove.

No ano passado, o comercial simplesmente ganhou todos os prêmios de publicidade os quais disputou. E mais importante do que isso: caiu no gosto das pessoas de verdade. Mostrou, de maneira tocante, a insegurança da maioria das mulheres com relação à própria beleza, e de quebra, provou que as enxergam diferente. Isso renovou a autoestima e a confiança feminina. (Na minha humilde opinião, esse é o propósito que consagra a Dove como a marca mais bem relacionada com o seu público em todo o mundo).

Este ano, muita gente aguardava o que a Dove faria depois do enorme sucesso do “Retratos da real beleza”. Se você não estava à espera, posso garantir que muitos publicitários estavam curiosos para saber o que a Ogilvy & Mather faria em 2014.

Desconheço a opinião dos sabichões. Mas, gostaria muito de saber a sua.

Autor: Guilherme Achiles